EXTRATO AUTO-BIOGRÁFICO  e GENEALÓGICO DO FUNDADOR E 1° PRESIDENTE  DA ACADEMIA DE LETRAS DO BRASIL, MÁRIO ROBERTO CARABAJAL LOPES.

Memorial do Escritor

CARABAJAL

Mário Roberto Carabajal Lopes
1° Presidente - Fundador da Academia de Letras do Brasil

 

Informações Genealógicas: 

Centro de Pesquisas Genealógicas da España.

Editora  Carbajal

Boa Vista, Roraima, Brasil.

2000

 

Agradecimentos

 

Dirijo meu agradecimento, em especial, aos Portadores do nome Carabajal, em todos os lugares e épocas em que o portaram, ainda que em sua forma mais primitiva, devido a grande região dos carvalhos da España, próximo a Leon, onde, na atualidade, de “lugarejo” evoluiu para a “ciudad Carvajal”. Assim,  em minha contemporaneidade, recebo fartas informações históricas, ricas em acontecimentos e participações. Espero, que em algum momento, um político, preparado pela Academia de Letras do Brasil, conquiste a Presidência da República no Brasil, assim como no passado, através de Don Bermudo “Carvajal” II, tivemos um Rei em Leon/España.

 

“Um nascer, um crescer, um se esmagar, um não se completar e morrer, assim, por tão pouco ou quase nada, seria totalmente absurdo!” – Pensamento de Edgar Hudsom Carabajal Lopes.  Irmão de Mário Carabajal. Falecido por erro médico, quando a médica Maria das Graças Pascouto de Lima, em Alegrete, RS. Confundiu, por três dias, a sintomatologia de apendicite com gastrite. O resultado foi a morte prematura do Edgar, aos 42 anos.

 

Escrevi um projeto sob o título “Avaliação Periódica para Médicos no Brasil” objetivando minimizar erros grosseiros como este na práxis médica. Em 1996, entreguei em mãos ao Ministro Presidente do STJ – Supremo Tribunal de Justiça do Brasil, Dr. Bueno de Souza, e anteriormente, em 1993, ao Ministro da Saúde, Dr. Alcenir Guerra, basicamente, o projeto de “Avaliação Periódica para Médicos no Brasil” consiste na avaliação dos profissionais de saúde a cada quatro anos, com renovação de suas licenças.

 

Em um de meus livros, “Resumo de Projetos Políticos” – publicado em 1996 em Porto Alegre, RS., registrei meus principais sonhos em forma de proposições e fundamentações à elaboração de projetos. Somos favoráveis que, as auxiliares de enfermagem, após comprovados cinco anos de experiências profissionais práticas, ingressem automaticamente nas faculdades de medicina, maximizando-se seus potenciais acumulados.

 

Tentei dar um passo para dentro da política em 1998, mas tive uma votação baixíssima em Roraima, como candidato a deputado estadual – absurdos e incompreensíveis 23 votos, após vinte longos anos dedicados à cultura roraimense.

 

Em minha época, no Brasil, os votos são comprados, um a um, bem poucos são os eleitores que votam em bons projetos, de benefícios sociais e melhora da qualidade de vida, seja cultural, educacional, saúde, alimentação, moradia ou segurança. A população, desacreditada nos políticos, prefere ter alguma vantagem antes das eleições, refletindo a certeza de saberem quem são os políticos em quem estão votando - sabem que pouco ou quase nada farão. Votam, em sua maioria, no primeiro político que lhe ofertar algum dinheiro, e  até mesmo uma garrafa de bebida alcoólica. A Presidência da República, paga aos Congressistas para aprovarem seus projetos. Desvios de recursos governamentais são comuns. Tudo gira em torno da corrupção. Há exceções!

 

Mário Roberto Carabajal Lopes

                                                                                       CRONOLOGIA

Nascido em 1958, Bagé, RS. Filho de Olegário Robaina Lopes e Manuela Cacilda

Carabajal Lopes, migrou para Porto Alegre aos quatro anos, acompanhando à familia.

 

Sua lembrança mais antiga, data dos três anos de idade, em 1961, quando frente a um microfone, auxiliado por uma cadeira, declamara uma poesia. Em dado momento, diante a um lapso de memória, rastreou na platéia a irmã que o levara, Neusa Tânia,  perguntando-lhe; - como é Cânha?

O apresentador, brincou com seu público, dizendo estar o autor “solicitando um góle de cânha".

 

O autor, com quatro anos, em 1962, sonhava seguidamente com uma situação envolvendo uma jovem de nome “Débora Chamiten”. Em Bagé/RS.

 

Ainda em 1962, sua família migra para Porto Alegre/RS.  Treinou nas escolinhas do Grêmio e posteriormente do Internacional de Porto Alegre. Disputando e vencendo campeonatos no RS. Isto, já em 1966, quando com 8 anos. (campeonatos “dente de leite”).

 

Em 1964, com somente seis anos, do segundo andar de um edifício, na Av. Protásio Alves, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, vê o golpe militar. Na marquise do edifício onde morava, o golpe instalou metralhadoras, trincheiras e posicionou soldados fortemente armados. 

 

Em 1969,  ano em que o homem pisava pela primeira vez na lua, após ao falecimento do pai, aos onze anos, sua mãe  o coloca na escola Dom Bosco “Porto Alegre-RS” em regime de semi-internato.

 

Em 1973, trabalha como secretário do Grupo Jornalístico Paulo Pimentel do Paraná. Também, como secretário das indústrias de palmito Palmazon, ambos em Porto Alegre. Empregos ofertados respectivamente por Edgar Hudson,   irmão  e  Celso   Derivi,   cunhado.

 

Nesta mesma época, tem seu irmão Edgar Hudson, juntamente com seu cunhado Celso Derivi, presos pela DOPS,  quando visitavam a uma exposição de materiais comunistas, no auditório Araújo Viana, na praça da Redenção em Porto Alegre, RS.

 

Entre 1969 e 1975,  acompanhou Carlos Carabajal, baterista e empresário de música, em Porto Alegre, tocando “bangô” no conjunto The Brazilian Band Supreemes, participando na gravação de um disco pela SBACM/RS-Sociedade Brasileira de Autores e Compositores da Música Popular Brasileira.

 

Ainda, com o conjunto The Brazilian Band Supreemes, foram considerados em 1975, pela mídia nacional, como conjunto revelação popular gaúcha, sendo objeto de ampla publicidade pelas revistas “Sétimo Céu” e “Amiga”.

 

Em 1976, aos dezessete anos, junto com o amigo Ivan Ângelo Schiavo, desloca-se para o Rio de Janeiro, para prestar exames na Brigada Paraquedista.

 

Ainda em 1976, ao retornar ao Rio Grande do Sul, conclui, na escola “Primeiro de Maio”, no bairro Navegantes,  em Porto Alegre, seu primeiro grau, pelo sistema supletivo, 7a. e 8a. séries.

 

Em 1977, de volta ao Rio de Janeiro, inicia seu segundo grau em escola de Copacabana.

 

Em 1977 ainda,  serve ao  exército  na  Fortaleza de São João no Rio de Janeiro, desistindo da carreira militar, após haver conquistado o primeiro lugar no curso de cabo, primeiro no concurso para sargento e haver recebido bolsa do Estado Maior do Exército para cursar, em Agulhas Negras,  a Escola de Preparação de Oficiais. 

 

Seu melhor amigo durante o tempo em que esteve no exército, foi o Amazonense Alcimar, com quem perdeu o contato após 1977.

 

Durante o período em que esteve no exército, escreveu um livro, baseado nas experiências ali adquiridas. Muito interessante, e que merece total atenção foram suas experiências com o que se tem como pobres e ricos, bairros bons e de aparência e bairros desprovidos de conforto. Durante o ano de 1977, residiu dentro da Fortaleza de São João. Foram raras as vezes em que saiu para passear, suas saídas eram,  na maioria das vezes, até a agência dos correios mais próximas para enviar notícias a sua mãe e irmãos.

 

Em duas ocasiões em que aceitou convites de amigos para  ir até suas residências, teve grandes experiências.

 

Visita ao bairro “finíssimo de Santa Tereza” - Rio de Janeiro.  A convite do colega MNH, louro e bem vestido, foram em um final de semana até a residência do mesmo. Ainda dentro do bondinho MNH fez quota com amigos para comprar maconha, chegando a rua onde residia, o autor observou, um bom saneamento, e excelente aparência, casas bem acabadas. A residência de MNH,  uma pequena mansão, com sala imensamente grande, móveis e estofados de qualidade, jardins, piscina,  enfim, uma familia de classe média alta. O autor acompanhou o grupo,  sem  usar  a  maconha,  retornando para o quartel sob o pretexto de que necessitava lavar algumas mudas de roupas.

 

Visita ao morro “pobre” da Rocinha. Em um final de semana, é convidado pelo amigo NB, para visitar a sua familia.  NB, de raça Negra, com roupas simples. Foram de ônibus, conduzido por NB descem em um determinado ponto e começam a subir o morro da Rocinha.  Caminharam por lugares que aparentava ser corredores entre duas residências, de cerca de um metro, tendo talvez, setenta sentímetros reservados para esgotos abertos. As casas de madeiras, muitas sem portas, pessoas com toda a simplicidade possível de se encontrar.  Nenhum vestígio sequer de qualquer tipo de droga, nenhum convite para usar drogas. O autor é apresentado para muitos amigos de NB, conhece sua mãe, nenhum móvel industrializado, apenas mesa e bancos fabricados com tábuas. A convite de NB, jogam um futebol com alguns amigos. NB conduz o autor até o ponto de ônibus ao cair da tarde.

 

O autor coloca tais situações, propondo reflexão, sobre os conceitos e pré-conceitos difundidos socialmente contra pessoas de poucas posses, pessoas que residem em bairros sem saneamento básico. Se existe culpados, são os governantes que privilegiam determinados bairros em detrimento a outros.

 

A discriminação existente contra o morro da Rocinha do Rio de Janeiro, é no mínimo maldosa e mesmo criminosa.

 

Faltam investimentos em obras de saneamento básico. Parece ser mais fácil dizer que se trata de um bairro de marginais, depositando sobre àquelas pessoas toda a carga de tensões acumuladas pela sociedade, do que partir para a ação franca e objetiva de canalizar esforços à melhora das condições desumanas em que vivem seus moradores. O autor aconselha, aos moradores de lugares como a Rocinha, que não aceitem servir de depósito dos problemas sociais, que saiam, tenham coragem de recomeçar suas vidas em outros lugares, mesmo que se necessário, sair pedindo carona. Esforçarem-se para chegar até um lugar novo, que esteja iniciando, seja no Mato-Grosso, Roraima, Rondônia, Amapá, Acre, Santarém ou Alenquer no Pará. Ao chegarem, procurem as Secretarias de Agricultura, o serviço de colonização e reforma agrária.    Iniciem  uma pequena   plantação,   busquem    melhores condições de vidas, não aceitem servir de tapete,  onde toda a miséria e injustiça são depositadas.

 

Em 1977, o comando da Fortaleza de São João estava assim composto; da Fortaleza, Cel. Renato; da Bateria de Canhões, Tenente Rubens,  da Linha de tiro, Tenente Iran. O Ministro do Exército era o General Silvio Frota, deposto pelo Presidente Ernesto Geisel, criando um estado de tensão interno nas Forças Armadas, sem que o conflito chegasse a população. O Genenal Silvio Frota, na época, contava com o apoio do Exército, e com algo em torno de setenta por cento das forças marítimas e aéreas nacionais. Meio a ditadura, tropas e grande movimento armado rondou o país.

 

A pedido dos Tenentes Iran e Moura, Mário Carabajal organiza a biblioteca da Fortaleza de São João, dorme, acorda, come e convive por algum tempo meio a   uma   infinidade de   livros, títulos e autores, desenvolve o rigor da ordem, organização, método, áreas, assuntos, fichamentos, classificação e distribuição cronológica.

 

Em dado momento, em uma instrução teórica, discute com o Sargento instrutor sobre conceitos comunistas e democráticos. Associa o regime militar ao regime comunista, onde não há liberdade democrática e toda a expressão é proibida. Subserviência total é o que é apregoado dentro das forças armadas, por salários mínimos, onde o ser é desprovido de todo o prestígio pessoal, auto imagem e dignidade. A humilhação e a transferência das neuroses dos superiores aos soldados, é a base de sustentação dos superiores. Por sua fraqueza e observações, em pleno regime militar, (pois servira em 1977), foi ameaçado a ser enviado para a Fortaleza de Santa Cruz, do outro lado da Bahia da Guanabara, em Niterói. Lhe* foi exigido silêncio em todos os seus direitos democráticos e bem claro foi perspectiva da castração total de sua liberdade. No Forte Santa Cruz, nesta época, eram mantidos presos políticos. Um de seus companheiros, João, por não aceitar as ameaças, foi enviado para o HCEx/Rio (Hospital Central do Exército) – ao departamento de psiquiatria, onde recebeu tratamento químico, a base de psicotrópicos, como se louco fosse. A última vez que o autor vira o amigo João, o mesmo estava sedado. Desde o meio do ano de 1977, até deixar ao exército, nunca mais o viu. Obs.: *Lhe, não é usual no início de frases, contudo optamos, como, “Amo-te e Te amo” – soa melhor o segundo. Você conhece alguém que diga: “Amo-te”. Eu também não!  Mudemos o português. A língua deve evoluir em realidade de uso pelo seu povo.

 

Durante sua estada no Rio de Janeiro, recebe as visitas de sua mãe Manuela Cacilda, do irmão Carlos, do seu tio Nelson e do cunhado, Celso, acompanhado por sua Irmã Neusa Tânia.

 

No início de 1978, desloca-se para Alegrete, onde dá continuidade ao segundo grau,  sem concluí-lo, devido a seu emprego bancário Bamerindus, atual HSBC, demitindo-se para assumir a gerência de uma loja de móveis, com salário sessenta vezes maior. Imediatamente, é convidado à assumir a gerência do Banco Econômico, agência Uruguaiana, declinando.

 

Em 1980, associa-se aos irmãos, Edgar Hudson e Carlos Reinaldo, ainda em Alegrete, no Rio Grande do Sul, assumindo a direção executiva das empresas;

 

***Exitus, Publicidade e Promoções, empresa esta, responsável pela promoção de shows, programas de auditório, sob a administração e  apresentação de Hudson, auxiliado por seu filho Marcus Vinícius, na cidade de Alegrete, no RS.

 

**CECOB, Central de Cobranças e Participações, com sede em Alegrete, Rio Grande do Sul, e filial em Uruguaiana, Rio Grande do Sul, sob a direção geral de seu irmão Carlos, que demitira-se  da Gerência da Várig/Alegrete.

 

Em 1981 migra para Roraima, então Terrirório, aonde conclui, pelo supletivo o segundo grau. Imediatamente, também pelo sistema supletivo –Logos II, sob a direção da Professora Maria Rodrigues, cursa o magistério, ingressando como professor nos quadros do funcionalismo público federal. Cursa ainda pelo supletivo,  contabilidade e transações imobiliárias. Exercendo por alguns anos tais profissões, paralelamente ao magistério.

 

Em 1982, inicia  o movimento pela continuidade da cultura gaúcha em Roraima, fomentando a criação do primeiro centro de tradições gaúchas na região do Apiaú, com danças gaúchas, poesias, chula e malambo. O CTG dos pagos, na região do Apiaú, contudo, não fora consolidado. Posteriormente, em 1988, ao lado de Flávio Porto da Rosa, integra-se ao movimento gaúcho em Boa Vista, juntamente com Werlei Bueno, Astrogildo Boeira. Em 1989, ao lado de Paulo Murat, consegue forças para criar a primeira invernada artística de danças gaúchas em Roraima, base sólida, alma viva das tradições gaúchas, que resultou na consolidação do CTG Nova Querência, fundido com o CTG. Sentinela de Roraima.

 

Em 1982, retorna ao RS, cidade de Alegrete, aonde ao lado do irmão Carlos Carabajal, escreve seu segundo livro “Fonte Secreta”, desta vez, um livro técnico, atendendo as necessidades da empresa dirigida pelo irmão Carlos Carabajal.

 

Divorcia-se da primeira esposa e retorna para Roraima, Carmem Goulart Falcão e volta a morar em Roraima, assumindo, em 1983 assume a direção do setor de cálculos e conferências do departamento de serviços gerais do Governo do Estado de Roraima, então dirigido, pelo Engenheiro João Cunha.

 

1985 - nasce a primeira filha, Emannuely Jurema Soares Lopes

 

Ainda em 1985, demite-se do Governo Federal para assumir a direção executiva de duas empresas roraimenses, uma delas, Agromac, representante New Holand e CBT. 

Em 1989, quando escrevia seu terceiro livro, é convidado pelo colega de faculdade, Adail Maduro Filho, à integrar o grupo fundador da Academia Roraimense de Letras, ao lado de Nenê Macaggi,  Dorval de Magalhães, Mário Linário Leal, Afonso Rodrigues, Maria Augusta, Leopoldo Neto, Antônio Poeta, Dagmar Ramalho, Ceci Lia Brasil, Petita Brasil, Rita de Cássia, Fernando Quintela, Célio Fonseca, Cícero Ferreira, Laucides Oliveira. Neste mesmo ano, falece seu irmão, Edgar Hudson Carabajal Lopes, em Alegrete/RS – escritor, jornalista e radialista, o qual influenciou decisivamente o autor em filosofia. Edgar Hudson, ao falecer, vítima da médica Maria das Graças Pascouto de Lima, por confundir apendicite por gastrite, em Alegrete/RS, assume como Patrono da Cadeira número 15 – ocupada pelo autor, na Academia Roraimense de Letras.

 

Em 18 de dezembro de 1990, nasce minha filha, Taynara Karine Soares Lopes.

 

Em 1991 licencia-se em Educação Física pela Uiversidade Federal do Amazonas. Em 1992 inicia pós-graduação, cursando especialização em metodologia da pesquisa científica pela UFRR. Escreve seus ensaios de tese de doutorado orientado pela Pós-Doctor Kátia Cavalcante da UFRN, em Cinesiologia Aplicada.

 

Em 1992 é convidado pelo Professor Geraldo Antunes Maciel, da Universidade do Amazonas, a assumir a consultoria do Ministério da Saúde em Roraima, também, da UNICAMP/SP. Geraldo Antunes Maciel fora professor do autor em diversas disciplinas da faculdade em Educação Física.

Em 1993, é convidado, pela Secretária adjunta da Educação de Roraima, Antônia Vieira Santos e pela assessora Ana Ferst,  confirmado pelo Secretário Aldo Gomes da Costa, e Governador Ottomar Pinto,  à dirigir os trabalhos de implantação da coordenação de tecnologia educacional do já Estado de Roraima.

 

Como coordenador de tecnologia educacional, manteve em Brasília, contatos com diversos Ministros, aproveitando as suas viagens para levar o nome da Academia de Letras de Roraima até a Embaixada da França.  Faz amizade com Jean Pierr L’a Fosse, Conselheiro de Cooperação Científica e Cultural da França no Brasil,  recebendo registro como pesquisador junto a France World.

 

Ainda em 1993, conhece em Brasília,  o sociólogo, escritor, desembargador e ex-prefeito de Belém, professor, Carlos Lucas de Souza, autor da obra imortal “O Raiar de um novo mundo”, escritor este, que em 1996, viria a ser indicado como Patrono do Conselho Nacional das Academias de Letras do Brasil.

 

Ainda em 1994, conversa com Josué Montello, então Presidente da Academia Brasileira de Letras, discutindo as bases de implantação do CONALB - Conselho Nacional das Academias de Letras do Brasil.

 

Em 1995,  lança as bases das Academias Escolares de Letras para o Brasil, através das secretarias estaduais de educação. Ainda em 1995, inicia o movimento à criação da Academia Alegretense de Letras, no RS. Neste mesmo ano, consegue montar  a diretoria pró-tempori do Conselho Nacional das Academias de Letras do Brasil, contando na diretoria, com; Josué Montello* Academia Brasileira de Letras; Miguel Jaques Trindade, * Academia Riograndense de Letras; José Mendonça Telles, * Academia Goiana de Letras; João de Scantimburgo, * Academia Paulista de Letras; Tobias Pinheiro, pela * Academia Carioca de Letras e Federação das Academias de Letras do Brasil; Olga de Britto, pela *Academia Feminina Paulistana de Letras.

 

Em 1996, aconselhado por Jan  Pierr La Fosse, conversa com o Presidente Fernando Henrique Cardoso, sobre à instalação das Academias Escolares de Letras no Brasil, de onde o Presidente, através do seu chefe de gabinete pessoal, Dr. Dantas,  telefona para Alegrete, pedindo a continuidade da implantação, oferecendo a estrutura do Ministério da Cultura para a difusão implementatória.

 

Ainda, em 1996, conduzido por Henrique Arthur de Souza, filho do Escritor Lucas de Souza, é recebido pelo Ministro Bueno de Souza, então Presidente do Superior Tribunal de Justiça do Brasil, a quem oferece, um conjunto de projetos sociais extratificados em livro.

 

Neste mesmo ano de 1996, seguindo a Henrique Arthur de Souza, assume a Vice-Presidência  da  ONG Mundial PV-Planeta Verde, lançando em Brasília, as bases de campanha mundial, voltada para erradicação da fome no mundo. Participaram representantes de 118 embaixadas de países com relações e representações diplomáticas no Brasil.

 

Em 1997, como candidato a candidato a Deputado Federal, é muito bem acolhido no PRP roraimense, sob a Presidência de Antéro Sá, arquitéto calculista de expressão nacional, todavia, segue o empresário Rogério Miranda, filiando-se ao PDT.

 

Em 1998, parte para o RS para visitar sua familia e contatar lideranças gaúchas de seu partido. Com laços desde sua cidade natal, Bagé,  de amizade entre sua familia e a do ex-Governador Gaúcho, Dr. Alceu Colares, onde é entusiasticamente, por ele, muito bem recebido.  Posteriormente, durante o período de pré e pós convenções, é orientado à distância pelo amigo e Ex-Governador gaúcho.

 

Ainda em 1998, Alceu Colares se elege Deputado Federal pelo RS, com mais de oitenta mil votos. Em Roraima, Mário Carabajal é pré-candidato a Deputado Federal, havendo sido obstruida sua candidatura, por ilegalidades praticadas pela diretoria do PDT de Roraima, falsificação da ata de convenções, negociatas, ambições desmedidas, desvios de recursos. Estas, foram algumas das práticas da Comissão Provisória que dirigia o PDT roraimense de 1998. Desgosta-se e passa a alimentar dúvidas quanto a seriedade da Justiça instalada em Roraima, já que na ocasião, fez petição objetiva e clara para que se lhe dessem o direito, perante a justiça, de, pela busca e apreensão do Livro Ata do  PDT de Roraima, poder comprovar haver existido duas atas de convenção, uma, elaborada de forma escusa na noite posterior as convenções.

 

  O Departamento Jurídico Nacional, sob a direção do Dr. Hugo, justa, todavia, o assessor jurídico em Roraima, “Álvaro Celeste”, juntamente com o Presidente, “Jorge Schmidt” estavam decididos instalar o autoritarismo, e validar a ata da contravenção do PDT roraimense de 1998. Não mereceriam a citação de seus nomes, nem o assessor jurídico roraimense e menos ainda o então presidente da comissão provisória. Isto, para que não gozassem do prestígio da história, já que erramos muito historicamente, tornando, às vezes, vilões em heróis, veja-se “lampião”. Contudo, ei-os supra.

 

Tivesse o referido processo, na ocasião, conquistado a veia judiciária, em efetiva busca de verdade, não obstante, ofereceríamos, no mínimo, cinco dezenas de nomes de testemunhos do ocorrido. O próprio governador Neudo Campos, nos recebeu, candidatos pelo PDT, imediatamente após as convenções de 1998 – onde, de própria voz, lúcido e na presença de mais de cinqüenta candidatos, anunciou ao então governador – “neste instante finalizou as nossas convenções e, juntos, decidimos apoiar a sua candidatura – os nossos candidatos a Deputado Federal, são: Rogério Miranda, Jorge Schimit e Mário Carabajal” – Lembre-se, que na sede do partido, em um prédio do empresário Rogério Miranda, na avenida Capitão Júlio Bezerra, no centro de Boa Vista/RR, foi lido pelo próprio senhor Álvaro Celeste a ata da convenção, e na presença de noventa por cento dos candidatos, meu nome foi lido, como candidato a deputado federal – absurdamente, no dia seguinte, eu constava como candidato a deputado estadual. Soube que Álvaro Celeste, passara a noite inteira escrevendo uma outra ata – a qual, eu costumo referir-me como “ata da contravenção”. Foi bastante interessante o que ocorreu no interior da livraria Melo & Pinha, no bairro São Francisco, neste período. Eu encontra-me reproduzindo alguns documentos e deparei-me com Álvaro Celeste, ele veio conversar comigo, dizendo que eu deveria desistir do processo, onde eu tentava reverter a ata – repentinamente, lembrei-me de que eu tinha um minigravador no automóvel, corri até o carro, abri a porta e imediatamente coloquei o gravador em um bolso externo, superior esquerdo do casaco que eu andava. Voltei para onde me encontrava e o Álvaro Celeste novamente aproximou-se. Para que ninguém ouvisse, colocou o rosto bem próximo de meu ombro esquerdo, exatamente onde se encontrava o gravador ligado – pediu-me para parar com o processo, pois, jamais eu conseguiria comprovar existir uma outra ata – falou muito, inclusive que alterara a ata a pedido de Jorge Schimit. Admitiu não mais existir o livro e que o melhor seria eu desistir da ação. Entusiasmei-me em quando ele já estava no interior de seu carro, retirei o gravador do bolso, mostrei-lhe perguntando-lhe, se mesmo com tudo o que ele dissera, e que eu gravara, se eu não conseguiria gravar. Ele e o motorista saltaram do automóvel e, meio aos funcionários da Melo & Pinho e clientes, agrediram-me, tentando apossarem-se do gravador. Joguei o gravador para um funcionário, por detrás do balcão, - Álvaro Celeste invadiu o ambiente de trabalho (onde fazem xérox), o seu motorista pulou o balcão – os funcionários passaram de mão em mão o gravador até que foi parar nas mãos da proprietária da Melo & Pinho(papelaria roraimense), que o colocou no interior de um cofre.  Após muito refletir, mesmo rezar, em memória do pai de Álvaro Celeste, pois fala-se de haver sido um homem honrado, tive a luz de posicionar-me. Fui até a residência de Celeste, para convida-lo para destruirmos a gravação. Lá, frente a casa, enquanto chamava Celeste, chegou um senhor de automóvel e se pos a conversar comigo. Repentinamente, chegou uma viatura da polícia, alguns com armar em punho, prontos a me revistarem. Álvaro Celeste nesse momento surgio do interior da casa dizendo que eu encontrava-me ameaçando-lhe e a sua família, e que ele era o primeiro suplente do Senador Mozarildo. Não permiti que me revistassem, explicando aos policiais que eu também era candidato a Deputado Federal e que estava ali para tratar de um assunto de interesse do próprio Celeste – assim, convidei-o para juntos, irmos até a loja Melo & Pinho e destruirmos a fita. Cinco minutos depois, Álvaro Celeste, de cabeça baixa, encontrava-se sentado na sala de administração da Melo & Pinho, - na presença dos proprietários, destruímos a fita. Eu tão somente mostrava à Celeste, que minha proposta era honesta, não buscava crescer pisando sobre ninguém. Sei, que com três testemunhos, já seria o suficiente para comprovar a falsificação da ata, imaginem com mais de cinqüenta – quase a totalidade dos candidatos à câmara estadual, na ocasião, ofereceram-se como testemunhos. O Ex-governador do Rio Grande do Sul, Alceu Colares, que na ocasião concorria a uma vaga à Câmara Federal, meu amigo, aconselhou-me dar continuidade ao processo, contudo, optei em aguardar, pois, o tempo que discuti na justiça, inviabilizou, totalmente minha candidatura.

 

Em 1999, forma-se em Psicanálise Clínica pela Escola Superior de Psicanálise Clínica do Rio de Janeiro, conveniada com as Universidades; De Los Pueblos de Europa -  Málaga, España, e Iowa – EUA. Especialização esta, que vinha cursando desde 1997. Imediatamente ao concluir, dá início ao curso de Mestrado, pelas mesma  instituição de sua formação em Psicanálise Clínica. Seu mestrado, versa sobre a Técnica e a prática da Psicanálise Clínica.

 

Neste mesmo ano, escreve o livro; Psicanálise Clínica, contendo sua tese sobre a Psicomaturação da Consciência Humana, - o que na realidade, posteriormente, transforma-se em tese de pós-doutorado – onde são identificandos dez grandes redes sinápticas (elevado para onze) e quarenta e quatro (elevados para quarenta e seis) estágios intermediários observáveis de comportamentos no ser. Neste livro, oferece também, uma sistemática científica à origem do pensamento, perfazendo um elo entre a energia resultante do choque entre prótons e elétrons do átomo de Hidrogênio, que resulta em Hélio, energia nuclear, e a química vegetal, que após ser processada, é, na eletroquímica humana, transformada em “energia cósmica transcodificada:  -   Pensamento”. 

 

 Suas pesquisas e Ensaios de Teses de Doutorado ganham a Europa. Em 1999, foram reconhecidas pelo Departamento de Antropologia Social, sob a direção do Professor Hector Luis De Moraes Olmos, da Universidad de Castilla, Cuenca, España, entrando em processo de difusão na cultura hispaña.

 

Entre fevereiro e maio de 1999 suas pesquisas chegam ao Oriente Asiático, por razões de investigações envolvendo o Departamento de Antropologia Social da Universidad de Castilla, com o Departamento Científico Antroposófico Asiático, encontrando-se o Professor Hector LDM Olmos, a frente das pesquisas.

 

Em outubro de 1999 suas pesquisas são homenageadas e reconhecidas como de grande importância para o avanço das ciências médicas, pelo Dr. Rômulo Vieira Telles, Delegado Presidente do Conselho Regional de Psicanálise Clínica do Rio de Janeiro, Diretor da Escola Superior de Psicanálise Clínica do Rio de Janeiro e membro do Conselho Federal de Psicanálise Clínica do Brasil.

 

Em 2000, inscreve-se no Conselho Federal de Psicanálise Clinica do Brasil, defende Dissertação sobre a Técnica e Prática da Psicanálise Clínica, curso que vinha desenvolvendo, paralelamente a especialização - recebendo o título de mestre pelo convênio entre a ESPC/RJ e as universidades espanhola e americana, as mesmas de sua formação. Sua Dissertação de mestrado é adotada na formação de Psicanalistas no Brasil. Com suas pesquisas de mais de vinte anos com fins no doutorado, inicia em janeiro de 2000, a parte formal institucional deste curso, utilizando o mesmo convênio. Neste mesmo ano passa a editorializar os próprios livros. Em 2000, publica treze livros: 

-          Técnica e Prática da Psicanálise Clínica;

-          Técnica para Analisar Resistências;

-          Evolução Psicomaturacional da Consciência Humana;

-          Psicanálise Clinica Instrumental;

-          Dicionário de Psicanálise;

-          Passeio Cultural pelo Globo Terrestre;

-          Educação Ativa;

-          Fenômenos Terapêuticos;

-          Terceiro Milênio;

-          Quatro Grandes Temas Educacionais;

-          Medicina Psicossomática;

-          Fim da Castidade ou da Humanidade;

-          Vidas Eternas.

 

Em 01 de janeiro de 2001 é fundada a ACADEMIA DE LETRAS DO BRASIL. Participou ativamente na funcação, o Pensador e Poeta, Carlos Reinaldo Carabajal Lopes. Neste mesmo ano, inicIa as atividades do CENTRO DE FORMAÇÃO SUPERIOR IBERO-AMERICANO, departamento da ALB, objetivando formar psicanalistas. Convênio pedagógico foi firmado com o Conselho Federal de Psicanálise Clínica do Brasil. 

Em 12 de abril de 2001 falece em Porto Alegre – RS, o irmão Carlos Reinaldo Carabajal Lopes, quem, pela primeira vez, percorreu de automóvel o trecho – Iapoque/RS, às proximidades do Monte Caburaí/RR – comprovando serem as duas maiores distâncias no Brasil. Carlos Carabajal, foi músico, poeta e paraquedista – deixando-nos esta grande herança, em contribuição às ciências geográficas no Brasil.

 

Neste mesmo ano, Manuela Cacilda, Mãe do autor, desloca-se para Roraima, onde permanece entre maio e 24 de setembro – Participa ativamente da vida do autor. Assume o quadro “Dicas para Saúde” dentro do programa Cultura Ativa, levado ao ar no início da madrugada de todo o domingo na Rádio Difusora Roraima – Um convênio entre a emissora, nas pessoas dos Jornalistas Galvão Soares, diretor geral, Maurício Zouem, diretor de programação, e a Academia de Letras do Brasil, presidida pelo autor – entidade esta, fundada em 01.01.2001, objetivando congregar todos os escritores brasileiros. Principiando, com um de cada um dos 5.559 municípios – o que ganha adesões em todo o País, devido a fácil projeção possibilitada pela internet. A mãe de Mário Carabajal, Manuela Cacilda, ao preparar suas Dicas para Saúde, atendendo ao quadro do programa, reúne abundantes resultados de pesquisas, o que são maximizadas pelo autor – homenageando a mãe, pesquisadora e escritora, com a publicação do livro “Dicas para Saúde”, lançado em 23 de setembro de 2001 durante a apresentação de um dos programas. Momento esse, em que Manuela é agraciada com a Cadeira 0027 da Academia de Letras do Brasil e Mérito “Doutora Honóris Causas” do Conselho Federal de Psicanálise Clínica do Brasil.  

 

2002 - Candidatura à Deputado Federal, sob o número 2772 pelo PSDC. Nossa votação não integralizou 1000 votos. Nesta época, na coligação em que me encontrava, necessitava-se de 2500 votos para eleger-se. Na nossa coligação, com a somatória de nossos votos, elegeu-se Deputada Federal, a senhora Maria Helena.  

 

2002/3 - Viagem de Moto (Venezuela e Colombia) dissertar. (em organização)

 

2003 - (em fase de digitação)

 

2004 - (em fase de digitação)

 

2005 - Manuela Cacilda retorna á Boa Vista para dar início as atividades de nossa pré-candidatura à Câmara Federal/2006. Neste mesmo ano, com um Ford/Ka 1998, eu e a Vera refizemos a viagem até a fronteira com o Panamá. Desta vez, Manuela Cacilda e Manuela Ravena (mãe e filha, respectivamente), nos acompanharam. O objetivo éra, mais uma vez, irmos até o México. Contudo, acabamos retornando de Turbo (cidade portuária da Colômbia), fronteira com o Panamá. Aproveitamos o tempo que sobrou, para conhecermos Margarita (Venezuela). Cinco bons dias de descanso. 

O primeiro aluno formado pelo CFSIA,  com os cursos de bacharelado e licenciatura plena, foi José Aelson de Lima Machado, primeiramente no bacharelado (2004) e imediatamente sua licenciatura plena, em 04 de maio de 2005. Ambos em psicanálise clínica, niciando seu doutorado neste mesmo ano.

 

Ainda em 2005, demos início a uma grande campanha cultural em Roraima. Poderíamos até mesmo dizer, revolução cultural, pela abrangência da proposta. Iniciamos a formação das Academias Municipais de Letras. Os dois primeiros municípios visitados foram; Cantá e Mucajaí. Contudo, o processo de imprementação manteve-se um tanto truncado. Iniciamos também, o processo de formação das Academias Escolares de Letras de Roraima. As primeiras escolas que deram retorno ao chamado da Academia de Letras do Brasil foram: Na capital, Escola Ana Libória, sob a direção da Professora Maria Luzia Pinheiro de Melo e Escola Costa Silva, sob a direção da Professosa Terezinha Iolanda de Paula Dias. Do interior, o primeiro retorno veio através da Professora Zilda Rodrigues de Souza, diretora da escola Zoraide da Gama Figueiredo. Não poderíamos deixar de homenagear em nossa biografia os primeiros estudantes que participaram da primeira reunião de formação das Academias Escolares de Letras de Roraima. Todos da Escola Estadual Ana Libória, sendo:

Cad. 01 NAIARA PEREIRA QUEIROZ
Cad. 02 YUANNY LARYSSA ALVES DE LIMA
Cad. 03 RAQUEL PEREIRA GOMES
Cad. 04 CARLOS ALBERTO DE SOUZA JÚNIOR
Cad. 05 ADRIANO MENEZES DA SILVA
Cad. 05 VANESSA DE SOUSA LOPES
Cad. 06 IZOELMA RIBEIRO MARQUES
Cad. 07 AFLAUDÍZIO PEREIRA NETO
Cad. 08 AMANDA CRISTINA DA SILVA SANTOS
Cad. 09 ANDRÉIA PEIXOTO DOS SANTOS
Cad. 10 FABIANA SILVA GOMES
Cad. 11 ALLYNE JORDANYA RODRIGUES DE ALMEIDA
Cad. 12 GLAUCIENE ALMEIDA DE CASTRO
Cad. 13 NADYNNE KELLY VELOSO LEAL
Cad. 14 ALEXANDRE DIAS DE MELO
Cad. 15 ADRIA JANE ALBARADO
Cad. 16 YASODARA ALMEIDA DE OLIVEIRA
Cad. 17 SAMARA RODRIGUES FROTA
Cad. 18 NAYLA DA SILVA MEDEIROS DE SOUZA
Cad. 19 ANDRESSA LANA
Cad. 20 LOIANA QUEIROZ DA SILVA
Cad. 21 TATIELE PRAIA DA SILVA
Cad. 22 FRANCISCO EDUARDO ROCHA DA CONCEIÇÃO
Cad. 23 WARLLY CARLOS MARTINS MACHADO
Cad. 24 GISLAYNE SILVA DE DEUS
Cad. 25 WITTEMBERG WILLY BARRETO SOARES
Cad. 26 JENIFFER NATALIE SILVA DOS ANJOS
Cad. 27 RENATA CRISTINA MACEDO DO OLIVEIRA
Cad. 28 KAREN JANAINA DO NASCIMENTO BEZERRA
Cad. 29 TALITA NUNES DA SILVA
Cad. 30 MICHELE PEREIRA PARREIRA
Cad. 31 THAÍSE KELLY DA SILVA
Cad. 32 MARCOS PAULO VELOSO OLIVEIRA
Cad. 33 MAYARA ANTÔNIA AMORIM
Cad. 34 RAMÓN PENA BRAGA
Cad. 35 GLAUBERT ANDERSON DE OLIVEIRA SANTOS
Cad. 36 RODRIGO MYCHEL DE OLIVEIRA MARTINS
Cad. 37 DHEISON DA SILVA RAMOS
Cad. 38 SHAMIRA SARAIVA SILVA
Cad. 39 IZABELA CARNEIRO DE SOUZA
Cad. 40 (A ser ocupada por um dos candidatos à Cad. 5)

Contudo, os primeiros trinta alunos a tomarem posse efetiva na Academia Escolar de Letras de Roraima, foram da Escola Presidente Costa e Silva. A posse ocorreu em 10 de outubro de 2005 na própria escola. Mesma ocasião em que os professores: Terezinha Iolanda de Paula Dias; Robélia Cristina Saraiva Hahn e Eva Nelda da Silva, tomaram posse na Academia de Educação de Roraima. Na ocasião, deixou de ser empossada, a professora Maria  Elair Leite de Caldas. Registre-se os nomes dos vinte oito primeiros estudantes de Roraima a integrarem o projeto de Escritores Jovens da ALB: Vinte e oito e não trinta, como dissemos, porque faltaram à posse os jovens acadêmicos:
William Reges Rufli, ocupante da Cad. 26; e Wanderson Luiz silva de Araújo - Cad. 27. 
Os dois jovens e a professora que faltaram a posse, provavalmente o sejam na solenidade de 17 de outubro, que ocorrerá no CTG Nova Querência, quanto alunos e professores da Escola Ana Libória, serão diplomados.

Cad. 01 Ivan Luiz Romoda
Cad. 02 Antônia Elaine da Silva Costa
Cad. 03 Fernanda Barros do Nascimento
Cad. 04 Roque Paulo Thomas
Cad. 05 Antonino Praxedes Fernandes Júnior
Cad. 06 Thaís Pereira
Cad. 07 Rodolpho Ferreira Dantas da Silva
Cad. 08 Alice Samara Holanda Lima
Cad. 09 Cleonice Tomas Silva        
Cad. 10 Rafael Douglas Macieira dos Santo
Cad. 11 Joana D'arc Pinho Praxedes   
Cad. 12 Karoline Fernanda Carvalho Guimarães
Cad. 13 Anayana Barreto do Nascimento
Cad. 14 Whashington Azevedo Rodrigues
Cad. 15 Adriano Moreira Gandra 
Cad. 16 Thiago Felipe Félix Souza
Cad. 17 Mário Buckley da Silva            
Cad. 18 Suzita Santos Ferreira
Cad. 19 Jéssica Nascimento Dias
Cad. 20 Nathalie Anne Félix Souza
Cad. 21 Fernanda Barbosa Arantes Texeira
Cad. 22 Ana Raquel Brito dos Santos
Cad. 23 Luciane Gaudêncio Pereira
Cad. 24 Maycon Machado da Silva
Cad. 25 Renato Bredo Ferreira do Nascimento
Cad. 26 William Reges Rufli
Cad. 27 Wanderson Luiz Silva de Araújo
Cad. 28 Keidilany Rodrigues Alencar Damasceno
Cad. 29 Juliany Cristina Marques do Nascimento
Cad. 30 Israel Patrício Gomes

A primeira célula das Academias Escolares, Escola Presidente Costa e Silva, contou com a seguinte diretoria:

Diretoria

Presidente: Nathalie Anne Félix Souza
Vice-Presidente: William Reges Rufli
Porta Voz: Ana Raquel Brito dos Santos
Secretaria Geral: 1a. Israel Patrício Gomes
                              2a. Suzita Santos Ferreira
                              3a. Keidilany Rodrigues Alencar Damasceno 
Diretor de Tecnologia: Luciane Gaudêncio Pereira
Diretor de Editorialização: Israel Patrício Gomes
Assessores:Maycon Machado da Silva
                    Suzita Santos Ferreira
                    Jéssica Nascimento Dias
Diretor Cultural: Fernanda Barbosa Arantes Teixeira
Diretores de Operacionalização: 
                  Ana Raquel Brito dos Santos
                  Anayana Barreto do Nascimento
                  Juliany Cristina Marques do Nascimento
 
Diretor Psicomotivacional: Nathalie Anne Félix Souza
Diretor de Publicação: Thiago Felipe Félix Souza
Assessores: William Reges Rufli
                      Rafael Douglas Macieira dos Santos
Diretor de Imprensa: Jéssica Nascimento Dias
Diretor de Web Designer: Thiago Felipe Félix Souza
Diretor de Relações Públicas: Nathalie Anne Félix Souza
Diretor de Eventos: Adriano Moreira Gandra
Assessores: 
           Mestre Cerimonial: Renato Brendo Ferreira do Nascimento
           Orador: Ivan Luiz Romoda
Decorador: Jéssica Nascimento Dias
Gestor de Tecnologias: Thiago Felipe Félix Souza
Recepcionistas: Rodolpho Ferreira Dantas da Silva
                            Karoline Fernanda Carvalho Guimarães
                            Cleonice Tomas Silva
                            Thiago Felipe Félix Souza

Representaram o Secretário de Educação de Roraima, Professor Adjalmo Moreira Abadi, a Chefe da Divisão de Ensino; Professora Ana Célia de Oliveira Paz. Representanto ao Departamento de Ensino da SECD/RR, encontrava-se  a Professora Sarita Fraxe Soares.

 Genealogia familiar “Carabajal”.

 

O sobrenome Carabajal, segundo o instituto de informações genealógicas da Espanha, é originário de alteração de Carvajal e Carbajal. Este sobrenome é de origem “toponímico”, derivado do nome do lugar de seu primeiro portador. Neste caso, existe um lugar chamado Carvajal, perto da cidade de León, na região de Castilla, España. No sentido etimológico, vem da palavra “carbizo” que significa “roble grande”, derivando da palavra pré-românica “carba”, o que significa; “lugar abundante de robles”. Nos dialetos das regiões de Asturias, “Galícia” e na província de León, todavia, é muito comum encontrar a palavra “carbajo”. Diretamente relacionada com “Carabajal”. E é exatamente nestas áreas, comum o sobrenome “Carvajal”. A familia Carabajal, origina-se de Don Gonzalo de Carvajal, Descendente de Don Bermudo II, Rey de León, España. Don Gonzalo Gonzáles de Carvajal viveu no tempo do reinado de Don Alfonso IX de León. Seu filho, Diego Gonzáles de Carvajal, residente na cidade de Valência, juntamente com seu neto, filho de Don Diego, “Gonzálo Gil de Carvajal”,  fundaram o monastério de “San Marcos”, da Ordem de São Bernado, onde, no qual, foi sepultado.  O Bisneto de   Don Gonzálo Gonzáles e neto de Diego Gonzáles, “Alvaro Gil de Carvajal, migrou para portugal no ano de 1.300, iniciando familia, da qual descendem os Carvajales de Portugal, cujo sobrenome sofre novas variações, agora para Carvalhais e Carvalhal. Um dos descendentes mais notórios e ilustres de nossa primogenitura, é Don Cristóbal Colón de Carvajal e Maroto, Duke de Deragua, Descendente direto de Cristóbal Colón, descobridor da América.

 

O Brasão da familia Carabajal, é composto de três cores básicas; prata e branco, representando a lua, significando, paz e sinceridade; e azul, que representa a Deusa Venus, significando, lealdade e verdade. Acompanham ainda no “brasão” três plumas de avestruz, o que representa a harmonia, suavidade e pureza, capaz de, conduzida pelas forças vivas do Universo, flutuar, saboreando os ventos e as mares através dos tempos e dos Séculos, pela eternidade.

 

 Originários de Leon na España, por volta de 1200, até a migração de Alvaro Gil de Carvajal, em 1300, para Portugal.

 

 Ao longo da trajetória genealógica histórica da familia “Carabajal” até nossos dias, estiveram; como chefe das armas de Castilla;  alguns Viscondes; Condes; e certamente, miseráveis, que sempre são esquecidos.

 

Sei através de pesquisas genealógicas que em movimentos maçônicos, influenciaram a decisão da Princesa Isabel de Castilla, em financiar a expedição de “Cristobal” Colón para além do mar oceano, como era conhecido o Oceano Pacífico. “Dez milhões de Ducados” teria custado a expedição que culminou na “descoberta das Américas”.

 

 Os então Carvajales, migraram junto com Cristóbal Colon, e, após uma grande divergência entre os comandos das naus, aportaram na ilha de São Domingos, onde muitos por ali ficaram. Posteriormente, aportaram onde é denominado Cumaná na Venezuela, cidade considerada, ao lado da familia Carvajal, e ai, já Carbajal, primogênitas da América, Diversas familias desembarcaram em Cumaná, inclusive os Carbajal. De lá para cá, Frei Gaspar de Carvajal, escritor, espanhol, foi quem gravou as maiores letras da herança genealógica de nossa familia. Andou em Roraima, Amazonas, entre 1540 e 1541 – antes mesmo de assim denominarem-se estes estados, quando acompanhando a expedição espanhola comandada por Gonzalo Pizarro, escrevendo as primeiras páginas de suas histórias.

 

Ao lado de Orellana, desbravador español. Frei Gaspar de Carvajal, escreve linhas importantes da História. Seu material serviu como elemento ao roteiro de filme produzido pelo cineasta amazonense, Dr. Tércio Júnior.

 

Encontramos, em 1999, Jorge Carbajal, descendente direto de Colón, como Governador do Estado de Bolívar,  na Venezuela. A família Carabajal, ao longo de quinhentos anos de América, percorreu os países limítrofes com o Brasil, chegando em 1900 ao Uruguai. Onde, em 1907 nasce  Olívio Ximenez Carabajal, e em 1914 em Bagé, Orfelina Nogueira Pacheco,  sua futura esposa. Em 1925, aos dezoito anos, Olívio Ximenez Carabajal, migra para o Brasil. para morar com os pais de sua futura esposa, Orfelina Pacheco Nogueira. Em novembro de 1926, aos treze anos, Orfelina e Olívio casam-se, nascendo em 20 de agosto de 1927, Manoela Cacilda Pacheco Carabajal. Logo, chegando sua irmã, Sidenir Pacheco Carabajal. Ainda, após separarem-se Olívio e Orfelina,  nascem os filhos, Eneida Carabajal e Jorge Carabajal. Filhos somente de Olívio; Felismar e Almir Dutra Pacheco. Suas filhas, todas, nasceram em Bagé/RS.

 

Cacilda, Sidenir e Eneida, casam-se com  Fernando Olegário Robaina Lopes, Nelson Agüero e Luiz Remédios ”tiquito”, respectivamente, Uruguaios. Dessas uniões binacionais e “tri-casal”, nascem;

 

*de Nelson e Sidenir; “Carabajal Agüero”

Nelson; Carlos; Carmem e Sandra.

 

*de Olegário e Cacilda “Carabajal Lopes”

Edgar Hudson; Neusa Tânia; Carlos Reinaldo e Mário Roberto

 

*de Luiz e Eneida; “Carabajal Remédios”

Jack; Fábio; Washington e Gessi Cristiane.

 

Os desdobramentos dos Carabajal Aguero; Carabajal Lopes e Carabajal Remédios, chegam aos anos 2000 com cerca de cinquenta integrantes. Na realidade, somando-se os Carabajal que não da origem Olívio e Orfelina, mas também dos irmãos do Olívio, como o Ivo Carabajal, pai do eminente Consultor sensitivo Ivo Carabajal, chegamos a mais de trezentos. Em Cuiabá encontramos três irmãs com sobrenome  Carabajal. Na Venezuela, em  Cumaná, encontramos a Glória Carabajal, portuária, construiu um porto particular, recebendo embarcações de todo o mundo. Em Atlanta nos Estados Unidos, encontramos outra Carabajal, empresária argentina, com elos com os Carabajal do Uruguai. No México, em 1970, encontramos o Técnico da seleção de futebol e o goleiro da mesma. Nos Estados Unidos, na Década de 90,  encontramos o boxeador, campeão mundial, também saído da mesma origem hispânica, naturalizado norte-americano.

 

No momento em que um Carabajal, através do Brasil, chegar à cidade de Cumaná e cumprimentar os Carabajal da familia da Glória, será fechado um grande elo histórico da familia Carabajal na América, aquele que o fizer, deverá subtrair 1492 do ano de sua chegada em Cumaná/Venezuela -  para poder verificar em tempo, o elo formado. Isto, por haver a família Carabajal, como já referímo-nos, ser considerada primogênita da América, juntamente com áquela cidade, onde ali desembarcaram em 1492 os primeiros Carabajal nas Américas.

 

Hipotéticamente supomos que cumprimentemos os Carabajal de Cumaná em 2005, logo; 2005-1492 é igual a um elo histórico de 513 anos.

 

O Carabajal que lá chegue primeiro, sendo da origem de Joana Carabajal ou de algum de seus  irmãos, deverá fazer com a data que chegue, o mesmo que apresentamos “hipoteticamente” no exemplo supra.

 

Histórias e estórias.

Conta minha mãe que o autor até quatro anos não deixava de falar em uma Débora Chamiten, sonhava muito com ela. Com o decorrer do tempo, Edgar Hudson Carabajal Lopes (irmão) adotou uma menina, e em homenagem aos sonhos, colocou este mesmo nome. Conta também que o autor, quando criança, passava dizendo que viria a ser Presidente da República Federativa do Brasil. - Confeço, nunca deixei de ter esta vontade, Governar o Brasil, distribuir cidadania e direcionar esforços à alimentar dignamente este nosso povo. País de potencial inimaginável, faltando apenas alguém que proponha-se efetivamente em melhorar a qualidade de viva de sua gente.  Para a total erradicação da fome, basta aprovarmos um projeto de lei que comprometa a todo munícipe, nas cidades onde encontrarem-se, a plantar frente a sua residência, três mudas de árvores frutíferas, a seu critério – em curtíssimo tempo, trilhões de frutas resultarão do novo modelo de “cidades ecológicas”. Escrevi e publiquei, em 1997, um pequeno livro com resumos de projetos políticos. Este “resumo” com meus projetos, escrevi, na eminência de nunca chegar à Presidência, sem contudo, deixar que se perdesse o que de melhor, naquele momento, tínhamos a oferecer. Necessitamos, efetivamente à performance Nacional, de muita fartura, excelentes níveis de ensino e uma maior eficácia da Justiça; Forças Armadas e também das forças organizadas culturais, como as Academias de Letras. Se  conseguir, tenham certeza, assumo sim, sem nenhum receio, a Direção Administrativa Nacional. Somemente as riquezas do sub-solo roraimense, parte apenas, liquidam a dívida externa brasileira, além de colocar Roraima no comando econômico do mundo. Em Roraima, abunda todos os minérios e goza de fartos lençóis petrolíferos.

 

De volta à infância – 2,5 à 3 anos, aproximadamente.

 

Lembro de um porão grande e alto em nossa casa em Bagé/RS, de onde caí batendo fortemente com o término do narís (entre os olhos) em uma pedra.

 

Lembro de um cachorro “boca negra”. Lembro de meu irmão Carlos indo para a escola Estrela, que de uma janela lateral de nossa casa se avistava uma grande estrela bem no alto.

 

Meses depois dessas lembranças, encontrava-me dentro de um ônibus, juntamente com o irmão Edgar e Tânia (falta-me a memória) dirigindo-nos para Porto Alegre. Meu pai, fucionário público federal, rádiotelegrafista da RFF. Minha mãe, professora, já encontravam-se na capital gaúcha – juntamente com o Carlos, meu outro irmão.

 

Uma das situações que provocara o deslocamento para a capital, por exemplo, deu-se quando partidários do PTB de Getúlio Vargas opostos ao PDS  de minha mãe, assumiram a Prefeitura de Bagé, em 1961. Minha mãe foi chamada pelo então  Prefeito, eleito, Dr. Fico, vitorioso do PTB, e gentilmente convidada, sob a ameaça de ser demitida das funções de magistério, caso não trocasse de partido. Na época em Bagé, as calçadas frente as residências, eram marcadas com um imenso X, apontando os partidários opositores. Obviamente a Professora Manoela Carabajal não aceitou, sendo demitida. Ingressou na saúde, na condição de atendente, cursando posteriormente “auxiliar de enfermagem”, isto,  já em Porto Alegre  em 1964.

 

Após ao falecimento de meu pai, provocado por implicações cardiacas,  e em ambiente totalmente novo, minha irmã, Neusa Tânia, casa-se com Celso Derivi, irmão de Sérgio e Moacir, filhos de Isaura e Francisco Derivi, italianos/Europeus.

 

Meu cunhado – Derivi, oferece-me  farta  herança cultural européia, por outro lado, também recebia toda uma tradição herdada por meus pais e avós.  Minha avó paterna, e avó materna, Orfelina e Teófila, respectivamente, eram rígidas nas posturas culturais, ambas com primogenitura hispaño européia.

 

“Quando nos meus trinta e um anos, meu irmão mais velho, Edgar Hudson, faleceu”.  Isto  em 1989, por erro médico. A “dra”. Maria das Graças Pascouto de Lima, de Alegrete, RS.  confundiu apendicite com gastrite e, lá se foi a vida de um jóvem, aos quarenta e dois anos; - brilhante radialista, com passagem na TV Rio, Tupi do Rio e Tvs. Piratini e Gaúcha de Porto Alegre, ainda, em diversas rádios da capital e do interior do RS. Entre elas, Princesa, Difusora, Itaí, Alegrete, Gazeta de Alegrete. Gerenciou a rádio Cruz Alta, muito amigo de Ricardo Heper” ator dos filmes do Teixeirinha e Mery Terezinha. Esse irmão, Edgar Hudson,  escreveu por algum tempo para o jornal Zero Hora de Porto Alegre, jornal Gazeta de Alegrete. Publicitário. Através de sua empresa Êxitus Publicidade e Promoções, fazia programas de auditório em Alegrete, promovendo o ensino, com participação de escolas.. 

 

Em 1985, após migrar, pela segunda vez para Roraima, nasce a filha Emannuely Jurema Soares Lopes e em 1991 a filha Taynara Karine Soares Lopes.

 

Na chegada pela segunda vez em Roraima, 1982, é admitido pelo Governo Federal na função de professores.  Em minha chegada a Roraima, a Universidade de Santa Maria era responsável, através de um Campus Avançado, pela formação superior. Muitos foram os professores do RS. que contribuíram com o desenvolvimento sócio-educacional roraimense.

 

  Muitos governos se passaram.

 

Em 1989, por haver escrito três livros, fui convidado pelo escritor Adail Maduro Filho, roraimense, à participar da fundação da Academia Roraimense de Letras. Foi inaugurada em 1989. Assumi a cadeira de número 15. Coloquei como patrono de minha cadeira, o mano e também escritor Edgar Hudson, falecido dias antes da data de posse dos acadêmico. Nossa posse ocorreria em 18 de fevereiro e seu falecimento ocorreu em l5 do mesmo mês – três dias antes. Seu aniversário de morte, é imortalizado na cadeira 15, vitalícia para mim e perpétua para o seu Patrono, meritóriamente, afinal, minha vinda para Roraima foi por sua participação direta no movimento cruzaltense ao lado do advogado Sivirino Pauli. Maior seu merecimento, por, como escritor, Edgar Hudson, deixar-nos pensamentos que certamente repercutirão em eco, em todos os continentes, como: 

 

“Um nascer, um crescer, um se esmagar, um não se completar e morrer, assim, por tão pouco ou quase nada, seria totalmente absurdo”

 

“O que não é plenamente verdadeiro não é meia verdade. O que não é plenamente verdadeiro é totalmente falso”

 

Nossa Presidente de Honra, desde a fundação da Academia Roraimense de Letras, é a romancista, escritora Nenê Maccagi. Com reconhecimento internacional, francesa, em 1999 com 92 anos. Maccagi chegou em Roraima ainda bastante nova e foi pioneira na editorialização em nosso ainda Território Federal.  Meu conhecimento de Roraima ocorreu em 1980 quando deu início o movimento de sem terras, supra referenciado, da fazenda de Eldorado em Cruz Alta.

 

Landico Vilanova, Flori Gonçalves, Celso Derivi, e eu,  levamos vinte e um dias, em dois caminhões, para atravessar, do Rio Grande do Sul até Roraima. Mais tarde, meu irmão, Carlos Carabajal, conseguiria vir do RS à Roraima, em um automóvel, SP2, em apenas quinze dias. Um livro seria necessário para contar cada uma destas viagens. Devido as condições péssimas das estradas, naquela época, com grande parte dos trechos sem nenhum asfalto, se poderia até mesmo pensar em um filme, “hally de Sul a Norte”. Nesta mesma época, Carlos Carabajal, meu irmão, com sua viagem, afirmou categoricamente ser o monte Caburaí o referencial de maior distância à ser diametralmente ligado ao Chuí no Rio Grande do Sul, perfazendo os pontos de maior distância no Brasil, e não do Iapóque ao Chuí como até então se julgava. Poucos anos depois, Dorval de Magalhães, Presidente da Academia Roraimense de Letras, confirmou, sobre pressupostos teóricos, tal assertiva.  

 

 Cidades artificiais

 

Nossas cidades artificiais, como bem salienta Robles Máximo, célebre escritor e pesquisador Venezuelano, em uma auto-biografia, estão sofrendo um colápso devido a má distribuição do capital. A evolução capitalista, tem demonstrado,  não comportar a todos, alguns são convidados e outros excluidos das benésses do capital. Não tendo-se muita vontade interior e determinação em vencer, sem que para tanto necessite, passar por sobre ninguém, difícel torna-se as conquistas e vitórias. Também, observamos, muitos sendo arrastados por descaminhos criados por eles próprios, validando costumes insalutáveis à vida e ao equilíbrio social.

 

Um fato que deve ser destacado, diz respeito ao Hino do Estado de Roraima. Houve um outro Hino, anterior ao do confrade Dorval de Magalhães – àquele, de autoria da também membro da Academia Roraimense de Letras, escritora Maria Augusta. Quando o governador Neudo Campos assumiu o Estado, promoveu um outro concurso, do qual, resultou o presente Hino, com letra de Dorval de Magalhães e música do maestro Dirson Costa. O governo Neudo Campos foi bom do ponto de vista da construção das bases ao desenvolvimento e expansão industrial, asfaltando a Br. 174, que liga Roraima, com o Estado do Amazonas e o país vizinho Venezuela. Contudo, a cultura sofreu um pouco, com sua cunhada, quando a frente do departamento de cultura, reequilibrando, no final, quando Flamarion Portela assume a secretaria de Educação. Antônia Vieira Santos, juntamente com Ana Ferst, fizeram uma ótima gestão, em sua época, frente a Secretaria de Educação.

 

Em 1979, com o objetivo de solucionar o problema dos “sem terras” e até mesmo como um primeiro ensaio ao intercâmbio sócio-agrário de reequilíbrio, como instrumento à uma reforma agrária, nasce o movimento, que tinha como líder, o advogado, o Bacharel Sivirino Pauli.  Como líderes, os agricultores Romeu Ferst, Landico Vilanova e Flori Gonçalves. Na época, governava o Rio Grande do Sul o  Dr. Amaral de Souza. Edgar Hudson, meu irmão, gerenciava a Rádio Cruz Alta. Nesta ocasião, entrevistou o então governador de Roraima Ottomar de Souza Pinto. Perguntou-lhe como seriam recebidos os colonos, obtendo como resposta; “as melhores recepções  possíveis”. Como de fato, após ao governador Amaral de Souza, do Rio Grande do Sul,  fretar um boing, exclusivamente para conduzir cento e seis  familias e oferecer dois caminhões, que após vinte e um dias chegaram à Roraima, para a região do Apiaú, conduzidos, por mim, meu cunhado Celso Derivi Landico Vilanova e Flori Gonçalves. Aguardando-nos em Roraima, encontravam-se as cento e seis famílias as quais, como dissemos, saíram na nossa frente, em um boing fretado pelo Governador Amaral de Souza, com destino a Boa Vista, capital de Roraima.

 

Em momento oportuno, no livro que estamos escrevendo, com detalhes sobre a História do Apiaú em Roraima, faremos constar o nome de todos que deram início àquela, hoje, em 2001, já quase cidade do Apiaú.

 

O Governador Ottomar de Souza Pinto,  cumpriu com tudo quanto prometera. Os gaúchos acostumados com lavoura mecanizada,  tiveram que enfrentar uma mata amazônica; desmatar, queimar, descoivarar, eram termos quase desconhecidos ao bom trato e preparo do solo. Alguns persistiram e bem poucos prosperaram.

 

O solo roraimense é muito ácido se comparado ao riograndense. Em nosso ver, a maior falha quando da elaboração do projeto, deu-se ao assentarem agricultores em região de matas. Tivessem os responsáveis assentado os agricultores em região de lavrado, próximo a algum rio e financiadas fossem bombas para irrigação, teriam os organizadores, maximizado todos os esforços e investimentos, tanto de interesses políticos dos governos, quanto dos gaúchos, sedentos de vontade de plantar e produzir.

 

 Este movimento de colonos gaúchos “Sem Terras”, em sua época, 1981, foi o maior até  então. organizado no Brasil. Foi um exemplo, que se seguido, não estaríamos enfrentando os atuais abusos por lideranças partidárias, chegando ao extremo de incentivarem confrontos armados, com mortes daqueles que “por ingenuidade” se deixam liderar por pessoas inescrupulosas, sem nenhum comprometimento real com o futuro da agricultura e muito menos com as vidas das famílias envolvidas. Em sua maioria, esses movimentos são liderados por grupos partidários, cujo único objetivo é em si próprios, ou, o que é pior, vendem os grupos, por eles liderados, para políticos, também inescrupulosos que não obstante, querem tão somente manterem-se e as suas mesquinhas ambições.

 

  O movimento 106 (devido ao número de famílias) acampou por duas semanas em Cruz Alta e posteriormente, por uma semana em Porto Alegre, frente ao Palácio Piratini. Recebidos pelo então Governador Amaral de Souza, um político exemplar de nossa história, por governar ao lado do povo, recebendo a todos quantos buscavam em seu Governo, alguma solução.

 

O movimento 106 ganhou as primeiras páginas da Zero Hora, maior jornal de circulação do RS, pertencente à Rede Brasil Sul de Comunicação.  Há informações extra-oficiais, de que o Governador de Roraima, Ottomar Pinto, solicitara exames de solo de várias regiões para destinar os colonos e, maldosamente, por questões políticas, técnicos de partidos contrários, funcionários da ASTER (Assistência Técnica Rural da Secretaria de Agricultura do Governo do Estado de Roraima) teriam trocado maldosamente as amostras, inviabilizando quaisquer possibilidades de sucesso do projeto. Isto, para a oposição política, representava também o fracasso do Governador Ottomar de Souza Pinto.

 

   A Região do Apiaú,  para onde destinaram-se as famílias dos colonos oriundas da Barragem do Passo Real, da fazenda Boa Vista do Incra, Colorado, do RS, é, na atualidade, uma das mais prósperas em produtos agrícolas e hortifrutgranjeiros.

 

 O Apiaú teve diversos administradores, porém, grandes progressos ocorreram nas épocas dos administradores Jaci Cruz o que temos praticamente um livro escrito, somente sobre sua administração. Recentemente, Flori Gonçalves, gaúcho, destacou-se como outro grande administrador. A região do Apiaú, em 1999, já tem estrutura de uma pequena  cidade, com igreja, escola, e toda uma complexa organização social.

 

O maior fazendeiro da região até 2001, ano de publicação desse material, 2000, é o advogado Sivirino Pauli, com aproximadamente oitocentas cabeças de gado. O mesmo é também,  professor de direito da UFRR, além de administrar o maior escritório para temas jurídicos em Roraima, com total infra-estrutura, até mesmo uma casa de apóio às testemunhas foi construída, prevendo a necessidade do alojamento e proteção legal às mesmas.

 

A Região do Apiaú ficou mundialmente conhecida com o advento do incêndio ocorrido em 1997.  Comandos, de diversos países, deslocaram-se para Roraima, auxiliando no combate ao fogo.

 

A Defesa Civil do Estado, tendo a frente dos trabalhos o Educador Físico e Major Cleber, (com quem tive o privilégio de dividir banco universitário), auxiliado pelo exército e aeronáutica, mantiveram sob controle os proventos básicos à população. Encontrava-me em Brasília, a convite do Ministério da Saúde, na condição de consultor do Departamento de Doenças Crônico-degenerativas, e membro de uma equipe de pesquisas da UNICAMP de São Paulo. Na ocasião,  solicitei atenção especial do Presidente Fernando Henrique Cardoso, com quem firmara laços de amizade quando da organização das bases à implementação das “academias escolares de letras”. Através do Chefe de seu Gabinete pessoal, Dr. Dantas, recebi “recado” do Presidente Fernando Henrique, oferecendo-me o Ministério da Cultura, para auxiliar na difusão das academias escolares de letras. Também, mantive contatos, quando do incêndio da floresta, na região do Apiaú, com os Ministérios da Aeronáutica, Marinha e Exército, sem deixar de solicitar á chefe de gabinete do então Ministro Bueno de Souza, Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Dra. Ana Souza, interceder em favor de apoio ao nosso Estado.

 

A Dra. Ana Souza, é esposa do Henrique Arthur de Souza, filho do renomado escritor Carlos Lucas de Souza, autor da obra “O raiar de um novo mundo” sociólogo, ex-Prefeito de Belém e Juiz de Direito. Herdeiro Cultural do Escritor Henrique Arthur de Souza, de onde ofereceu o nome ao filho. O Escritor Henrique Arthur de Souza, herdou a cultura do célebre Escritor español Mário Rosso de Luna, este, herdeiro direto da cultura da “quase mito” Escritora  russa HPHB, *** Helena   Petrovna de Hanfadef de Blawastsk, autora da obra “A Doutrina Secreta”, fonte inesgotável de milenar sabedoria. HPHB, cientista, por muitos considerada bruxa. Princesa, abandonou o trono, dedicando-se a caridade e pesquisa científica.

 

Privilegiadamente, estivemos com o Escritor Carlos Lucas de Sousa em Brasília, após  a uma reunião no Gabinete do então Ministro da Educação Murilo Hingel, em 1993, onde cuidávamos dos interesses da Secretaria Estadual de Educação de Roraima. Mesma ocasião em que conhecemos por convite da Embaixada Francesa o Dr. Jean Pierr La Fosse, Conselheiro de Cooperação Científica e Cultural da França em nosso país. Na ocasião, incentivou-nos  à conversar com o Presidente Itamar Franco sobre nossos projetos para a cultura nacional brasileira, o que não fizemos na época. Recentemente, em 1996, conversamos com o Presidente Fernando Henrique Cardoso sobre estes projetos. O mesmo, credenciou-nos junto ao Ministro da Cultura, Francisco Weffor, para estudarmos as possibilidades de implementação. Em 1999, iniciamos especialização em Emergências Médicas em Catástrofes, pela Escola Paulista de Medicina, sem concluí-lo. 
 

Extrato biográfico sócio-educacional:

 

Em nível médio, iniciei oficial de farmácia no RS, sem concluir. Posteriormente, concluí, o 2o.Grau em curso de formação geral; também, magistério, contabilidade e transações imobiliárias.

 

Nossa formação superior, conta com duas licenciaturas plenas, psicanálise clínica, pela ESPC/RJ - Escola Superior de Psicanálise Clínica do Rio de Janeiro e, antes disso, em educação física, pela Universidade do Amazonas. Pós-graduações em nível de especialização, em metodologia da pesquisa científica - pela Universidade Federal de Roraima. Especialização incompleta em tecnologia educacional - pelo Departamento de Métodos e Técnicas da Universidade de Brasília. Mestrado em Método e Técnica da Psicanálise Clínica, pela ESPC/RJ. Doutorado em Psicanálise Clínica, com aprofundamento e especialização em psicossomatologia e defesa de tese em psiconeurofisiologia. Tese esta, orientada pelo Ph.D. Rômulo Vieira Telles, com premissa de ensaios de tese, sob a orientação da Pós-Doctor Kátia Cavalcanti do Departamento de Motricidade Humana da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. A titulação de Doutor em Psicanálise Clínica, conta com o aval das Universidades; de Los Pueblos de Europa, Málaga, España, e American World University - de Iowa, EUA – por convênios com a ESPC/RJ.  Em 2001, implementa no País, cursos de formação superior pela Academia de Letras do Brasil, iniciando por Roraima.

 

Entre 1993 e 2001, estivemos como Consultor do Departamento de Motricidade Humana da Unicamp/SP e Departamento de Doenças Crônico-degenerativas do Ministério da Saúde. Ex-membro da equipe de Estudos à incorporação de  novas tecnologias na educação no Brasil “pelo Ministério da Educação” entre 1993 e 1994. Em 1993, é nomeado Pesquisador com registro ofertado pelo governo Francês no Brasil. Em 1998 é convidado pelo Professor Luiz L.D.M. Olmos, Diretor do Departamento de Antropologia Social à publicar tese em cinesiologia, pela Universidade de Castilla da cidade de Cuenca na Espanha. Em nossas séries iniciais, estudamos na escola Rio Branco, na Av. Protásio Alves, no Bairro Petrópolis em Porto Alegre. Posteriormente, na escola Dom Bosco, na mesma cidade. Mais tarde, tivemos o prazer e alegria de estudar na Escola Osvaldo Aranha, em Alegrete/RS, onde estudara Mário Quintana e posteriormente, Miguel Jackes Trindade.

 

Ao longo de nossas experiências, passamos pelo grupo Paulo Pimentel do Paraná, porém em uma sucursal em Porto Alegre, a convite do “mano” Edgar Hudson. Indústrias Palmazon, a convite do cunhado Celso Derivi. Estagiamos na TV Educativa da Fundação Roquette Pinto do Rio de Janeiro, a convite da amiga e escritora Sônia Brandão.

 

Em 1967, com nove anos, iniciamo-nos no trabalho como verdureiro, aliás, auxiliar de verdureiro, trabalhamos com um senhor de aproximadamente setenta e cinco anos,  auxiliando-o na oferta de suas laranjas e verduras (curioso é o fato de que, quando morávamos em Petrópolis, e meu irmão Edgar trabalhava no morro de Santa Teresa, na TV Piratini de Porto Alegre, ele conheceu a jovem Cleusa Maria Silva, com quem casou. Seus irmãos eram carroceiros – não tenho muita certeza, mas parece que houve alguma discriminação da jovem) bem, eu tinha um prazer tremendo por me ser oportunizado conduzir as rédeas da carroça. O senhor já idoso, tinha dificuldades para gritar – eu, com muita disposição, sob a carroça, sempre com as rédeas na mão e “orgulhoso” por conduzir o cavalo, gritava: “é vinte e cinco laranjas por quinhentos mil Réis”. Todo o final de tarde, eu dispunha,  a título de gratificação, de algumas laranjas,  outras frutas e verduras. Acredito, de alguma forma, haver coberto algumas lacunas na necessidade alimentar de nossa casa. Nesta ocasião, tinha nove anos, quando, frente a realidade da vida, assisti o desmoronamento econômico de nossa família. Digo desmoronamento e não “declínio”. Isto, por haver sido repentino, vertiginoso, muito rápido, do aspecto econômico, deixando um dos “considerados” melhores bairros de Porto Alegre no Rio Grande do Sul – Petrópolis,  para experimentar a vida em um bairro novo, de casas populares – Vila Farrapos. Todavia, particularmente, me encontrei com a vida, conheci dois amigos Ivan Schiavo e o Luizinho. Com o primeiro, andamos juntos em nossos dezesseis anos no Rio de Janeiro, fazendo testes para ingressar na Brigada Paraquedista, influenciados pelo Celso Derivi, marido de minha irmã, Neusa Tânia. Ele o Celso, andou também no Rio em seus dezoito anos. Contudo, não conquistou o sonhado “brevê”. Quem acabou  realizando este sonho, do Celso e meu, e também do Ivan, foi o Carlos Reinaldo, meu irmão, que após ao falecimento do nosso irmão mais velho, Edgar Hudson, perdeu o gosto pela vida. Vindo também a falecer em abril de 2001, por mais um erro grave e absurdo a pesar sobre os despreparados médicos do Brasil. Carlos foi consultar no Hospital de Clínicas de Porto Alegre, por estar com tosse e, trinta minutos depois estava em coma e no outro dia sepultado. Certamente introduziram, irresponsavelmente, algum sedativo, com conseqüente choque anafilático.

 

O Carlos, poucos anos antes de seu falecimento, em Roraima, saltou de pára-quedas algumas vezes. Em um, filmei tudo, só faltando o momento em que ele fez a aterragem. Isto, por descarregar a bateria, exatamente naquele momento. Parece que ele não gostou muito, mas, não fosse aquilo, agora estaria faltando esta parte para dar um pouco mais de assunto à sua própria história – ele parecia saber tratar-se de seu último salto, oportunidade única à ser filmada. A frase seguinte, eu escrevera antes do seu falecimento.

 

O Carlos é isso, uma grande surpresa atrás da outra. Estou curioso para ver a próxima.

 

Volto aos meus dez anos quando frequentava a um Centro de Tradições Gaúchas “Vaqueanos da Tradição” dos saudosos fundadores, Sr. João e Sra. Joaquina. 

 

Eventualmente dizíamos para nossa mãe que iríamos ensaiar, enquanto que na realidade, íamos para  uma obra de construção da  escola   polivalente,  que ficava entre o CTG e nossa casa. Auxiliávamos os pedreiros, carregando tijolos, preparando traços de massa, de onde tínhamos nos finais de semana algumas economias para divertirmo-nos em alguma festividade do CTG.  Este bairro “Vila Farrapos”, hoje encontra-se a dez minutos do centro de Porto Alegre/RS, devido a uma via de acesso asfaltada já a alguns anos.  Em mil novecentos e sessenta e sete, quando lá chegamos, com oito anos, já havia infra-estrutura de saneamento básico. Atualmente, desenvolveu muito, com supermercados ainda sem igual em Boa Vista, capital de Roraima. Grandes Centros Comerciais e toda uma vida social, com suas complexidades como em qualquer grande centro. Assim, podemos esperar não ocorrer  em Roraima.

 

Em 2000, o autor assume como membro do Conselho Federal de Psicanálise Clínica do Brasil, e é empossado Delegado Regional de Psicanálise Clínica em Roraima – primeiro psicanalista clínico de Roraima.

 

Em primeiro de janeiro de 2001, o autor funda a Academia de Letras do Brasil – uma entidade cultural de abrangência nacional. Nosso objetivo é congregar escritores de todo o país. Um de cada um dos 5.559 municípios existentes no Brasil em 2001. Colocamos uma página na internet e muitas são as visitas ao nosso Site – www.carabajal.psc.br . Sem exageros, pode-se afirmar, ser a Academia de Letras do Brasil, a maior Academia de Letras de uma Nação no mundo. O que deverá, com velocidade, devido a internet, ser seguido por outras Nações em todo o globo terrestre. A ALB, encerra o ano de sua fundação, com a oferta de quatro cursos superiores e quatro pós-graduações, nos níveis de especialização, mestrado e doutorado, contando com mais de seiscentos alunos matriculados nos cursos de graduação. Em forma de bolsas, cobrindo 90% dos custos, a ALB, sob uma metodologia semi-presencial, dá os primeiros passos à distribuição linear do saber, contribuindo com os objetivos nacionais idealísticos do Brasil.

 

Em 2001 ainda, o autor filia-se ao PSDC – Partido Social Democrata Cristão, objetivando concorrer em 2002 a uma vaga à Câmara Federal no Brasil. Para fazer frente a necessidade de densidade eleitoral, coloca a disposição da população roraimense, bolsas universitárias sob  metodologia à distância.

 

Entre 5 e 10 de novembro de 2001, estaremos em Salvador, na Bahia, a convite da UNICAMP/SP – em encontro nacional de pesquisadores da saúde através de exercícios físicos. Neste mesmo encontro, estaremos apresentando resultados de pesquisas, referentes as nossas proposições em ensaios de tese de pós-doutorado em: “Exercícios Psiconeurofísicos” – envolvendo os ritmos cíclicos de tolerância das frequências cerebrais. Nossas proposições, já com pressupostos e premissas, apontam para incapacidade do cérebro em receber dois estímulos ao mesmo tempo – se as atenções do ser encontrarem-se em níveis de concentrações em freqüências de canalização perplexial, outros estímulos não ultrapassam a parede de retorno, mantendo-se, mesmo em consecussão, alheios a consciência do ser.

 

Á estas experiências, supra, atribui-se a denominação “transe hipnótico” e “histeria transitória”.

 

Por não haver respondido a um e-mail de confirmação de presença, a passagem para a Bahia não foi emitida. Aproveitei muito a semana entre 5 e 10 de novembro, tratando assuntos relacionados ao Centro Nacional de Formação Superior Ibero-Americano da Academia de Letras do Brasil.

 

Na atualidade, outubro de 2001, desenvolvo com meus pacientes, pesquisas em saúde natural, tanto ao diagnóstico e cura de enfermidades graves como o câncer, através de meios alimentares e exercícios físicos, acompanhados de repouso e exposição ao sol, em uma hora diária. O total regramento do ser, através da psicanálise clínica, garante eficácia em ações, com a devida canalização e redistribuição da energia corpórea – maximizando-se socialmente os excedentes.

 

Certamente que este material não finda nestas linhas. Muito em breve, certamente, se fará necessário amplia-lo. Contudo, boa parte de minhas experiências e vivências estão, brevemente, aqui estratificadas.

 

Destaco aqui, a professora Vanete Aguiar, da escola Camilo Dias em Boa Vista - Roraima, quem, em 2000, marcou profundamente o universo literário roraimense – e mesmo brasileiro, pois suas pesquisas, certamente, servirão de um divisor de águas, sobre o que o Brasil conhecia e o que passará a conhecer sobre os escritores deste Estado. É brilhante e único o seu trabalho. Em meu ponto de vista pessoal, o que reflete a opinião da presidência da Academia de Letras do Brasil, a pesquisa da professora Vanete Aguiar, é a mais completa até o presente – o que, desde já, garante-lhe uma Cadeira Vitalícia, como Escritora Membro da Academia de Letras do Brasil. 

O resultado da postulação política como candidato a deputado federal pelo PSDC/Partido Social Democrático Cristão, por Roraima, não resultou no sucesso do objetivo. Contudo, somou ao desenvolvimento evolutivo pessoal do candidato. Durante a campanha, o privilégio de contar por dez meses com a presença da mãe, Manuela Cacilda, em Roraima, foi tremendamente gratificante. 

 

Do último parágrafo para este, aperentemente só um espaço entre linhas, decorreram-se três anos. Entro-me em 07 de janeiro de 2006. Um grande trabalho está sendo desenvolvido junto as escolas da capital e interior.

 

No exato momento destas palavras, encontro-me em tempo real, no dia 20 de outubro de 2007. Encontro-me em Porto Alegre, RS. Em agosto, quando aqui estive, por ocasião do aniversário de minha mãe, dias antes, ela nos deu um grande susto. Um edema pulmonar fez com que desse entrada na UTI do hospital de pronto socorro.. na manhã do dia seguinte foi transferida para a UTI do hospital Divina Providência, onde permaneceu por quatro dias, passando enseguida para um apartamento. Duas semanas mais de tratamento e no dia 18 retornou para casa, onde, no dia 20, comemoramos seus oitenta anos. Em setembro passei em Roraima. Agora, outubro, curto minha mamãe. Em novembro estarei em Roraima, onde respondo pela coordenação técnica do III Embrapa Norte - um encontro de qualidade de vida dos funcionários da Embrapa do extremo norte.

 

Após o parágrafo supra, retomo o elo onde parei. Em 2006, minha mãe estava em Roraima, onde participou ativamente de minha campanha à Câmara Federal. Neste mesmo ano, antes da campanha, demos posse a 900 alunos na Academia Escolar de Letras de Roraima, e a 150 professores para a Academia de Educação de Roraima.

 

A campanha parecia diferente das outras. A população parecia mais consciente da necessidade de mudanças. Todos falavam que não votariam em políticos corrúptos. Mas após apurados os votos, nada mudara. Neudo Campos, que quando governador formara quadrilha para desviar recursos dos cofres públicos, em 2006 candidato também à Câmara Federal, obteve aproximados 15 mil votos, dos 200 mil eleitores de Roraima. Junto com ele, elegeram-se outros políticos marginais, inclusive um rapaz que foi manchete nacional por seus esquemas de corrupção, o nome, no momento não recordo, mas nos parágrafos seguintes comprometo-me em fazê-lo.

 

Minha campanha basicamente desenvolveu-me a pé. Caminhei por toda a cidade. Não consegui chegar até o interior. O carro que comprara para este fim, uma Currie, estragava sempre que viajava. Acabei trocando a currie por 100 mil panfletos, o que de fato só recebi 15 mil, o equivalente a trezentos reais - valor igual a uma prestação que pagava todos os meses. Um outro carrinho que tinha, também ano 1998, um ford Ka, vendi no início da campanha. Valia uns 9 mil, e o vendi por 5.900. Basicamente só paguei contas.

 

Após mais uma derrota para o poder do capital, voltei a dedicar-me aos meus livros.

 

Em 2007 assinei contrato com a Universidade Gama Filho do Rio de Janeiro. Assumi seis cadeiras em cursos de pós-graduação (especialização) - quase todos da área de educação - psicopedagogia. Minha organização das disciplinas resultou em muitos livros e teorias. Um nootbook e uma placa vivozap para internet têm dado sustentação as minhas viagens. Mesmo aqui em Porto Alegre, encontro-me à vontade para atualizar o site da Academia de Letras do Brasil e colocar em dia meus contatos.

 

Em duas disciplinas que ministrei na Gama Filho, encerrei solicitando aos alunos a organização da Academia Roraimense de Psicopedagogia e da Secção Roraimense da Associação Brasileira de Psicopedagogia. Foi motivo de grande satisfação ter como aluna a ex-secretária de educação do Estado, a imortal professora Diva Bríglia. Neste mesmo ano demos início aos contatos com a pedagoga Irene Maluf, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia - objetivando a criação da Academia Brasileira de Psicopedagogia.

 

No último trimestre de 2007, apresentei projeto junto as universidades, federal de Santa Catarina e Universidad Autónoma de Asunción, a primeira visava classificação para cursar especialização em Controle da Gestão Pública, de onde obtive êxito, iniciando a mesma em 2008, a segunda, no Paraguay, objetivava classificação para o curso de pós-gradução (doutorado) em ciências educacionais. Também tivemos aprovação. Iniciamos o doutorado, em 7 de janeiro de 2008 e ainda na primeira semana, após assistirmos uma aula do curso de Mestrado em Relações Internacionais, com o argentino Prof. doutor Francisco Segura, indendificamo-nos com o curso, optando em adiar o doutorado, de onde transferimos nossa inscrição. Em julho de 2008 passamos mais um mês na UAA, dando continuidade aos estudos. Aproveitamos para identificar escritores paraguayos e diplomá-los Membros da Academia de Letras do Brasil. Voltando a janeiro quando estivemos a primeira vez no Paraguay, conhecemos o escritor, desenhista e estilista Willian Riquelme, conhecidíssimos pelos diversos prêmios ganhos no Brasil, Argentina e outros países como estilista, encontrando-se em seu currículo, haver vestido o cantor brasileiro Roberto Carlos. De volta ao presente, encontramo-nos em Porto Alegre, RS, onde, além de dar atenção especial a nosso progenitora, escritora Manuela Cacilda (duas vezes seguidas em 2007 deu entrada na emergência de hospitais gaúchos - efisema pulmonar agudo e infarto agudo do miocárdio). No presente ano, 2008, teve uma queda na saída da cozinha, fraturando três costelas. Dizíamos, além de atenção especial a mamâe, aproveitamos para organizar um pouco mais a implantação da ALB/RS, como também, concentramos esforços ao desenvolvimento da dissertação de mestrado, sob o tema Fome no Mundo, uma vez que este tema canaliza nossos esforços em contribuição a sua Erradicação. Aparentete difícil. Mas certamente não impossível ou utópica como consideram muitos pensadores. A ONU dedica esforços em até o ano de 2015 redir à metade os números da fome no mundo. Em 2008, são aproximados 930 milhões de famintos no mundo. Em 2008, morrem cerca de 25 mil pessoas diariamente em decorrência da extrema fome.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mário Carabajal

 

A Academia de Letras do Brasil, comemorou, em 01 de janeiro de 2002, um ano de sua fundação. Em 01 janeiro de 2005, quatro anos.

 

Salve a boa  literatura comprometida com a verdade!

Dr. Mário Carabajal – Ph.D.

Presidente da Academia de Letras do Brasil

 

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acadmialetrasbr@globo.com

 

Site para visita:

 

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Última atualização desta página: 02/09/2005.